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Segunda-feira, 28 de Abril de 2008

Alegria sem fim

O meu Caracolinho está em casa e eu sinto-me a mãe Caracoleta mais feliz do mundo !

É tão bom tê-la de volta...

Sinto-me a transbordar de alegria.

Queria que esta semana não terminasse mais, embora eu saiba que isso é impossível e que o tempo vai voar.

Eu nem sou muito mãe-galinha , mas tenho sempre muitas saudades e sinto muito a falta do meu Caracolinho.

As situações de vida-morte em que estivemos envolvidas enraizaram ainda mais os nossos laços e até parece que o nosso cordão umbilical se "reatou".

Vou desfrutar o melhor que posso desta semana e da companhia do meu Caracolinho, viver intensamente cada segundo da minha obra mais perfeita , pelo que acho que vou estar ausente durante toda a semana.

Desculpem-me...

Tenham uma boa semana.

 

Beijocas. Mãe Caracoleta

 

 

 

música: Vôo Nocturno - Jorge Palma
sinto-me: Feliz
publicado por chezki às 10:31
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Sexta-feira, 25 de Abril de 2008

Foi à 34 anos ...

Grândola, vila morena
Terra da fraternidade
O povo é quem mais ordena
Dentro de ti, ó cidade

Dentro de ti, ó cidade
O povo é quem mais ordena
Terra da fraternidade
Grândola, vila morena

Em cada esquina um amigo
Em cada rosto igualdade
Grândola, vila morena
Terra da fraternidade

Terra da fraternidade
Grândola, vila morena
Em cada rosto igualdade
O povo é quem mais ordena

À sombra duma azinheira
Que já não sabia a idade
Jurei ter por companheira
Grândola a tua vontade

Lembro-me de  grande parte das situações e emoções que se viveram nesse dia, mas o que mais me marcou e que acho que nunca vou esquecer, é que chorei baba e ranho  porque não tive escola!!!  

música: Grândola Vila Morena - Zeca Afonso
sinto-me: Anormal e Velha ...
publicado por chezki às 16:11
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Quinta-feira, 24 de Abril de 2008

"Panne"

Era suposto estar no sitio “X” ás 15.30. Saio com tempo suficiente para fazer o trajecto, estacionar e estar no local à hora exacta. Logo no início deparo-me com um fila enorme, com um andamento muito vagaroso, devido a umas obras, em que passava uma faixa de cada vez. Começo a fervilhar e a praguejar: me----, po------, fo-----, só o tipo da RFM é que me consegue acalmar com a música que me vai dando. Com muito custo lá passei pelo homem da bandeirola verde e pude finalmente seguir caminho. Mais à frente, em dois locais diferentes, mais obras, a cena repete-se, embora com maior brevidade. Finalmente cheguei ao ponto “X”, quase em cima da hora, só faltava encontrar um buraquinho para estacionar. Uma volta, duas voltas, tento a rua da frente, a praceta de traz e nada. O tempo estava a esgotar-se e eu odeio não ser pontual. Como última alternativa vou para um parque de estacionamento subterrâneo, que, regra geral, não são muito do meu agrado. Completo em todos os pisos, tive de descer até ao -3 e reparei logo que as rampas eram do “pioriu” Tento regressar à superfície. No elevador acompanhava-me um estrangeiro, olhámos incógnitos para o painel dos botões e ao calha pressionámos o botão do Piso 0. Viemos parar a um hall todo envidraçado, ainda em fase de acabamento, com acesso para a rua, mas cujas portas estavam todas trancadas. E os ponteiros do relógio a andar… Desolados, regressámos ao elevador e tentámos todos os botões até acertarmos com a saída, que afinal era no Piso -1!!! Muito estranho. Com 17 minutos de atraso lá cheguei ao sítio “X”. Mas o pior ainda estava para vir… Na volta insiro o tiket na máquina, que me solicita 0,80 cêntimos, começo a enfiar moedas pela ranhura abaixo, até me dar conta que esta não aceita moedas de 2 nem de 1 cêntimos. Não tenho mais moedas (nem me lembrei de ver se tinha notas), a fila atrás de mim já formava uma curva jeitosa. Peço ao senhor na minha retaguarda para me destrocar aqueles pretos todos que a máquina teimava em não aceitar. Ele não tinha troco, mas prontificou-se a emprestar-me 10 cêntimos, que afinal era só o que me faltava para concluir o pagamento. Quis dar-lhe os meus pretos, ele não quis, eu insisti, ele não aceita (queria mesmo ser cavalheiro) e no meio do aceita-não aceita os pretos aterraram todos no meio do chão. Lol… Voltei ao elevador de painel estranho, o cavalheiro acompanhou-me, tinha o carro no mesmo piso que eu e quase ao lado do meu. Arranco e quando entro na primeira rampa de curva acentuada, com a parede toda riscada de veículos que já lá roçaram, plooff deixo ir o carro abaixo. Penso:- eu nunca deixo ir o carro abaixo, não é possível que isto me esteja a acontecer?! – Entretanto o tal cavalheiro já está parado na minha traseira e outros carros atrás deste. Faço uma 2ª e uma 3ª tentativa, nada, NAAAAAAADA. Não consigo trepar pela malvada rampa… Começo a entrar em pânico e devia de estar vermelha que nem um tomate pelado. Nisto o cavalheiro bate-me no vidro e pergunta: - Quer ajuda? Num misto de alívio e vergonha aceitei prontamente. Quando me apanhei, de novo ao ar livre, respirei fundo. Ufff, mais uma panne superada. Mas porque é que me estão sempre a acontecer estas coisas???? Será escusado escrever que aquele parque de estacionamento ficou automaticamente banido dos meus locais favoritos de estacionamento; tem um elevador com um painel sem “livro de instruções”, uma máquina de pagamentos que não é generosa, logo não aceita as moedas que eu lhe quero dar e por fim tem uns acessos muito, muito manhosos, carro que eu conduza, não torna lá a pôr as 4 rodas.
sinto-me: Arreliada e corada
publicado por chezki às 15:42
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